VALENTE VALENTINA

VALENTE VALENTINA
BLOG DA GATINHA VALENTINA

terça-feira, 7 de junho de 2016

Apraxia da fala - o que é isso ???

Pessoal como sempre estou dando mais uma informação importante sobre um assunto pertinente a todos nós. A minha Amiga Mariana Chuy, hoje responsável pela Associação Brasileira de Apraxia vai esclarecer alguns pontos e em breve teremos novidades aqui em Porto Alegre para você. !!



A Associação Brasileira de Apraxia de Fala na Infância, uma ONG fundada por pais de crianças com este diagnóstico, possui como missão a divulgação deste diagnóstico no Brasil, através de informação e formação de qualidade.

As ações da associação visam a fornecer informação, através de palestras, textos e materiais didáticos para pais e profissionais.

Nos dias 29 e 30 de Julho ocorrerá em Porto Alegre mais um Seminário apresentado pela Fonoaudióloga Elisabete Giusti.

Mas afinal, o que é Apraxia de Fala na Infância?

A Apraxia de fala na infância é um distúrbio de fala neurológica. As crianças assim diagnosticadas lutam para dizer sílabas e palavras, porque seu cérebro tem dificuldade para

comandar corretamente toda a musculatura envolvida na produção de fala. É como se cérebro e músculos estivessem em sintonias de rádio diversas.


Pesquisadores americanos estimam que um ou dois de cada 1.000 crianças têm apraxia, mas não existem muitos dados sobre a doença, em especial aqui no Brasil, onde o diagnóstico é pouco conhecido, o que faz com que crianças com APRAXIA de fala estejam diagnosticadas com Espectro Autista, Retardo de Linguagem, atraso no desenvolvimento neuropsicomotor, atraso global no desenvolvimento, Distúrbio Articulatório, transtorno Fonológico, por exemplo.

Uma criança que não for adequadamente diagnosticada, contudo, não terá o tratamento de que ela realmente necessita.

A apraxia não ocorre em razão da falta de estímulo dos pais ou familiares.

A Apraxia pode ocorrer secundariamente a outras condições, de origem genética, metabólica ou doenças mitocondriais. Nesta categoria, estão inclusas situações como o Autismo, Síndrome de Down, Síndrome do X-Frágil (isso mesmo, as crianças podem ter esses diagnósticos e ter também ter Apraxia!). Isso não significa que todas as crianças com estes diagnósticos terão Apraxia, mas pode ocorrer.

Na maioria dos casos, contudo, a Apraxia não possui uma causa conhecida, não apontando os exames realizados qualquer alteração. Geralmente estas crianças não apresentam anormalidades neurológicas observáveis ou detectadas nos exames tradicionais. Para os pais isso é uma angústia!

A terapia fonoaudiológica, ADEQUADA, adaptada à dificuldade no planejamento motor da fala e frequente (intensiva) é a ÚNICA oportunidade para a criança com Apraxia, melhorar a sua capacidade de fala.

Os limites de cada criança somente serão determinados com o passar do tempo. Os avanços de uma criança com diagnóstico de apraxia são algo que varia muito de indivíduo para indivíduo.

Profissionais, incluam a apraxia de fala nas suas hipóteses diagnósticas: criança que fala, mas de forma não clara, que não articula de forma precisa, que fala muito rápido, que usa sempre a mesma entonação, que tem uma fala que as pessoas não conseguem entender pode apresentar Apraxia de Fala.


10 sinais de Apraxia de Fala:

* Balbucio limitado ou pouca variação (considerados “bebês quietinhos”);
* Repertório de fonemas (sons) (por ex. só produz duas vogais ou apenas
o som do P ou M);
* Erros ou “trocas” inconsistentes (ou seja, ora o “pato” é “pu” ora é “bi”);
* Aumento erros ou dificuldade quanto mais extensa e mais complexas as
sílabas das palavras;
* Omissões de sílabas, principalmente as iniciais;
* Erros de vogais “ex. troca E por A”;
* Fala “monótona”, parece que fala sempre do mesmo “jeito”;
* Perda de palavras previamente produzidas (falou por ex. "carro" uma vez e nunca mais conseguiu!");
* Mais dificuldade com as respostas de fala voluntária do que as automáticas;
* Predominância do uso de formas silábicas simples (consoante-vogal), ex. pode ocorrer da criança falar apenas uma sílaba ou apenas a vogal da palavra;
* Outros sinais que podem estar presentes: desajeitamento motor global, dificuldade na coordenação motora fina, dificuldades alimentares (o alimento "fica parado" na boca ou recusa de alimentos), dificuldade para realizar voluntariamente sorriso, mandar beijo, (expressões faciais), dificuldade com movimentos orais (não-verbais) como movimentar a língua para cima, para os lados, fazer bico, soprar, etc.

Maiores informações: www.apraxiabrasil.org


quarta-feira, 18 de maio de 2016




CORRIDA MALUCA 2016 - 
CONTAMOS COM A SUA TORCIDA
VALENTINA BALONISTA


 Acesse já e confira, não fique por último

Detalhes
Imagine 16 crianças cadeirantes invadindo as ruas de Porto Alegre, fantasiadas de acordo com o sonho de cada uma delas, e se divertindo muuuito. A 4ª edição Corrida Maluca de Cadeirantes vai ser demais, vai ser na rua e vai ser pra todo mundo ver.

NA RUA!
Além da ocupação de um espaço que é público, a interação da galera com quem participa é um ponto super positivo para os nossos eventos. E é por isso que a Corrida Maluca desse ano, como em 2014, voltará a ser em uma área aberta.
ONDE?
O local já temos: Av. Edvaldo Pereira Paiva, do ladinho do Parque Marinha.
Vem nos ajudar a fazer essa história acontecer?
SIM! QUERO! COMO EU FAÇO?

Te damos duas opções: 
1ª Divulgar esse evento, convidar a galera toda e levar o maior público que a Corrida Maluca já teve. #CORRIDAMALUCA2016

2ª Quando o bicho pega, a gente apela pra quem nunca nos deixa na mão: você, pessoa de carne e osso, que ama o projeto tanto quanto nós e tem uns trocados sobrando no bolso pra salvar a Corrida Maluca. Iniciamos o projeto de financiamento coletivo de parte dos custos do evento e, com isso, arrecadaremos uma das cotas de patrocínio (no valor de R$20mil) que, inicialmente, era destinada a empresas.

Teremos 45 dias pra juntar essas grana e tornar a Corrida Maluca 2016 a MAIOR e MELHOR edição de todas!

Link para o projeto: www.catarse.me/corridamaluca2016

Sim, somos apaixonados demais pela Corrida Maluca e faremos o que for necessário para que mais uma edição desse projeto se torne realidade ♥ Vai ser incrível!

Então te liga aqui no evento, dá uma mão pra gente compartilhando, que aos poucos vamos divulgando mais informações.

Amamos vocês!
#corridamaluca2016


Workshop de Montagem dos Carrinhos #corridamaluca2016
Atualizado: na terça

Durante o sábado passado, rolou a montagem das cadeiras das crianças participantes da Corrida Maluca 2016. Piramos e curtimos MUITO em ver e ajudar a dar forma aos projetos desenvolvidos pelos alunos dos cursos de Moda, Design e Design de Produto, da Unisinos.

O resultado ficou INCRÍVEL e tu poderá conferir dia 04 de junho, a partir das 15h. (EVENTO OFICIAL:https://www.facebook.com/events/1181378098563354/). Por enquanto, vai se deliciando com as fotos tiradas pelo alunos do curso de Fotografia, também da Unisinos.

Curtiu? Então não deixa de dar uma força no nosso projeto que está rolando no Catarse e que vai financiar parte dos custos desse evento lindo.

catarse.me/corridamaluca2016
catarse.me/corridamaluca2016
catarse.me/corridamaluca2016




                                   


reecontrando amigos !!!




ALERTA :  Luxação e Subluxação de Quadril

Crianças que não andam, que andam pouco, que tem pouco controle de tronco e pescoço, podem ter algum tipo de problema no quadril. A musculatura também interfere muito, quando os músculos são mais rígidos ou espásticos, há um desequilíbrio da musculatura ao redor dos quadris, dificultando a abertura das pernas. Com o tempo, há perda da relação anatômica entre a cabeça do fêmur e o acetábulo, o que ocasiona muita dor durante a terapia, a troca de fraldas e até mesmo dificuldade para ficar sentado na cadeira de rodas. Algumas vezes, a dor interfere até no sono.
Prevenir é o melhor caminho!
É muito importante o acompanhamento do Ortopedista, do Neurologista, do Fisioterapeuta e do Terapeuta Ocupacional, que vão orientar as melhores práticas no dia a dia para prevenir a luxação de quadril, que pode envolver:

• Ficar em pé no parapodium
• Fazer RX constantemente
• Medir o grau de abertura dos quadris
• Fisioterapia
• Terapia Ocupacional
• Bom posicionamento em todos os momentos

Cada caso é um caso, somente os profissionais podem orientar qual o melhor tratamento.A Valentina em set/2013 estava com este osso do fêmur 56% para fora do acetábulo e por este motivo juntamente com Dr. Sizinio Hebert (ortopedista) decidimos fazer uma cirurgia preventiva, ou seja, para tentar reverter ou no máximo parar esta luxação. Esta cirurgia se chama TENOTOMIA DE ADUTORES, 
 TENOTOMIA: liberação de tendões de músculos espásticos
ALONGAMENTO DE TENDÃO: enfraquece os músculos espásticos e posiciona melhor as articulações.
E hoje quase 3 anos depois o resultado ainda é um sucesso, com Raio X a cada 6 meses podemos controlar seu quabril e ela apresenta no máximo 25%. (aceitavel até 30%).
Mantemos estes números graças a 8 hs semanais de método Pediauit e muito parapodium.



Neuroplasticidade x Educação Escolar

Neuroplasticidade ???? o que é isso ???? esse termo se tornou vital no meu dia a dia desde que Valentina foi diagnosticada com Holoprosencefalia (má formação do cérebro) ou seja várias partes do seu cérebro não funcionavam ou nem existiam !!! Ahhhhhh mas aprendi que o cérebro pode se transformar, aprender e assumir novas funções isto significa PLASTICIDADE DO CÉREBRO.
Por este e outros motivos voltei a faculdade e se nada falhar me formo em pedagogia ano que vêm e logo faço pós em educação inclusiva (assunto para próximo post). Este post faz uma relação entre Neuroplasticidade e Educação escolar !!!! muito interessante e importante para sabermos que pra tudo existe uma solução !! Boa Leitura

Plasticidade cerebral: um conceito que pais, alunos e professores deveriam conhecer

A compreensão de que o cérebro é capaz de remodelar suas próprias estruturas e funções a partir de estímulos externos enterrou o deterministo biológico no funcionamento da mente. Já está na hora de aplicar este conhecimento na educação

O século 20, com suas incríveis descobertas científicas, virou o mundo do avesso. Munido de tecnologia, em menos de cem anos o homem inventou a penicilina, o chip, foi à Lua, voltou, sequenciou o genoma humano, clonou uma ovelha e conectou o mundo por meio de uma imensa rede virtual– só para citar alguns feitos. Também aprendeu coisas que nem imaginava sobre si mesmo.


Uma das mais impressionantes diz respeito ao cérebro, a máquina hipercomplexa que possibilitou todas as façanhas descritas acima (e muitas outras). Com a ajuda de aparelhos de neuroimagem e eletromodulação, neurologistas puderam, enfim, observar o órgão em funcionamento. E descobriram que ele mais é plástico, maleável e capaz de remodelar suas próprias estruturas e funções de acordo com estímulos externos e com as necessidades do que se suspeitava.
Isso aconteceu nos anos 90. Até então, predominava a convicção de que, após os primeiros anos de vida, o cérebro adquiria uma estrutura rígida, inalterável. Também era tido como certo que os neurônios, uma vez danificados, não podiam se regenerar.
A esta altura, você deve estar se perguntando: e o que a educação tem a ver com isso?
Muita coisa.
Como escreveu o médico canadense Norman Doidge em o Cérebro Que Se Transforma, best-seller mundial, lançado no Brasil pela Editora Record, as consequências da descoberta da plasticidade são enormes e afetam o cotidiano de cada um de nós. “Essa nova percepção do cérebro enterra qualquer vestígio de determinismo biológico nos distúrbios da mente, nos vícios e no aprendizado”, diz Doidge em seu livro.
Ou seja: trata-se da comprovação científica de que ninguém está fadado a ser de um único jeito para o resto da vida, nem a conviver com limitações e deficiências. Podemos, todos, aprender melhor. Ensinar melhor.  E sermos amanhã melhores do que somos hoje.
Eis três exemplos simples de como essa descoberta da neurociência pode influenciar de forma positiva a educação:
-Professores cientes da plasticidade cerebral entendem que seus alunos podem, por meio dos estímulos certos, mudar seus cérebros para melhor, e buscam caminhos para auxiliá-los de forma mais efetiva em suas dificuldades.
– Crianças com dificuldades de aprendizado, se conscientes de que podem aprimorar e adquirir novas habilidades, seriam menos suscetíveis a problemas de baixa auto-estima e falta de motivação,, fatores que afetam de forma negativa o aprendizado.
– Ao entenderem as limitações dos filhos como algo superável, os pais buscariam caminhos alternativos para ajuda-los em vez de se conformar com o baixo desempenho escolar,dando a eles a oportunidade de ser desenvolverem de forma plena.
O problema é que a maioria dos pais, alunos e, principalmente, professores não faz ideia do que seja plasticidade cerebral. Continuam a acreditar que o cérebro é mais menos fixo, como aprenderam na faculdade. Pior: grande parte dos docentes acredita em nos chamados neuromitos – ideias oriundas de informações neurocientíficas mas sem nenhum fundamento, que não passam de especulações ou interpretações equivocadas.
Foi o que revelou uma pesquisa realizada com professores da Inglaterra, Turquia, Grécia, Holanda e China, publicada na Nature Reviews Neuroscience há pouco mais de um ano. Dos professores entrevistados, por exemplo, 90% acreditavam que os alunos aprendiam melhor quando ensinados no seu estilo de aprendizado favorito (visual, auditivo ou sinestésico) e mais da metade dividia a convicção de que o ser humano usa apenas 10% da capacidade seu cérebro – duas afirmações desacreditadas por cientistas sérios.
Como se vê, já passou da hora de a neurociência frequentar a escola.
fonte: Blogs

Ana Maria Diniz



segunda-feira, 16 de maio de 2016

Profissão difícil .... DIFISSÍLIMA !!!!

Pois é e assim se foi mais 1 ano inteiro... 

Tantas coisas aconteceram, coisas tristes, felizes, inesperadas, planejadas e que acabam de alguma maneira se tornando parte da vida !!!
Sim e as postagens aparecem com menos frequência pois o dia a dia está corrido mas sempre em busca de resultados, respostas e soluções. E tivemos várias GRAÇAS A DEUS !!!
Hoje com tantos recursos em redes sociais, estamos mais presentes com cada vez menos tempo.
Acho que nunca imaginei que "não trabalhar" desse tanto trabalho. Quando me programei para engravidar, planejei trabalhar como uma pessoa qualquer aprox. 8 hs/dia., cuidar da filha, do marido e da casa. Quando a Valentina nasceu e descobrimos que ela teria algumas dificuldades pela frente  ouvi pelo menos 1 milhão de vezes :-"você tem que estimular, o segredo é estimular, estimulação é importante ". Descobri que existe uma profissão normalmente exercida por mães mas pouco reconhecida que se chama, ETI - Estimulador Tempo Integral: que significa ser : fisioterapeuta, fonoaudiólogo, musico, terapeuta ocupacional, professora, garçon, motorista, baba, criativa, pediatra, costureira, artesa, amiga, sensível, forte, psicóloga, inteligente, mãe, rica e incansável TODOS OS DIAS.
E assim tenho tentando nos últimos 5 anos me dar BEM nesta difícil profissão, momentos melhores, momentos piores acho que tenho dado conta com a ajuda de um grupo de pessoas do bem, que vem caminhando lado a lado...
Me deu vontade de escrever sobre isso hoje pois faz aproximadamente 1ano que só não consigo manter a tarefa de escritora de blog e agora tento resumir 1 ano de nossas vidas , se isso é possível!


Aniversário de 5 anos - set/2015





















Festa d Natal - Escola Fábrica dos sonhos

Valentina como gatinha saltimbanco



FESTA LINDA ENCHEU A MAE DE ORGULHO ! TE AMO MEU AMOR !!